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terça-feira, 21 de junho de 2011

COMpostando...

A compostagem não é uma técnica de reaproveitamento muito divulgada. No entanto, para quem gosta de reciclar e reutilizar a compostagem é uma prática fundamental hoje em dia. Nada mais é do que um processo que transforma o composto orgânico(lixo) em adubo. Essa transformação acontece com a decomposição desses materiais por meio de microorganismos convertendo-os em um composto cheio de húmus e nutrientes.



Há vários sistemas de compostagem que podem ser feitos em sua própria casa, usando materiais que você já possui. É claro que a compostagem doméstica pode levar mais tempo e dar mais trabalho do que aquelas feitas por grandes produtoras de adubo, foi pensando em agilizar esse tempo e dar a chance de pessoas ocupadas também fazerem a compostagem, que a NatureMill, empresa norte-americana, criou a composteira eletrônica doméstica. Você simplesmente coloca o lixo orgânico lá dentro que a lixeira faz o resto. Ela mantém a temperatura perfeita para os microorganismos poderem trabalhar e você tem seu adubo em 2 semanas.



Mas se você quer ser mais artesanal e realmente “sujar as mãos”, este vídeo mostra como fazer sua própria composteira com recipientes plásticos e utensílios domésticos e de quebra traz uma receita para você reutilizar restos de alimentos.



Mas não esqueça, nem tudo pode ser usado na compostagem, carnes e resíduos animais, por exemplo, podem causar mau cheiro além de atrair seres indesejados. Então, aí vai uma pequena listinha do que você pode e não pode colocar na sua composteira:

O que pode ser compostado?

• Cinzas de madeira provenientes de lareiras ou de fogão a lenha;
• Penas de galinha, peru e outras aves são muito ricas em nitrogênio, facilitando o processo, pois esse é um dos elementos importantes para a reação química da compostagem;
• Lixo orgânico de cozinha: Praticamente todo o lixo pode ir para a composteira, exceto gordura animal, que tem uma difícil degradação, e restos de carnes, que costumam atrair animais, vermes e moscas;
• Aparas de grama;
• Conchas (ostras moídas, conchas de lagostas);
• Feno ou palha: Em pequenas quantidades, pois necessitam de uma grande quantidade de nitrogênio para se decompor;
• Podas de arbustos e cerca viva;
• Folhas;
• Jornais: Em pequenas quantidades, pois são grandes fontes de carbono;
• Serragem: Deve ser alternada com esterco, pois apresenta degradação lenta;
• Algas marinhas.

O que não pode ser compostado?

• Carvão mineral e vegetal: Possui quantidade excessiva de enxofre e ferro que são tóxicos para as plantas. Também apresentam muita resistência à decomposição;
• Gordura animal e restos de carnes;
• Papel colorido: Possui tintas tóxicas e não biodegradáveis. Devem ir para reciclagem especial de papéis;
• Resíduos não biodegradáveis: Resíduos de plásticos, vidros, alumínios e roupas possuem material sintético que não são biodegradáveis e que poderão prejudicar o solo:
• Plantas doentes:
• Fezes de animais de estimação:
• Lodo de esgoto:
• Produtos químicos tóxicos.

Fontes:



segunda-feira, 13 de junho de 2011

Horta orgânica

Produzir alimentos orgânicos significa basicamente retornar as nossas origens e não utilizar defensivos agrícolas contra pragas e insetos.

Em primeiro lugar, só podemos caracterizar uma situação como “de praga” quando o volume de insetos foge ao nosso controle. Em segundo lugar, o sistema orgânico quase não é afetado por esses “bixinhos”, pois tem maior resistência, já que é um sistema composto por plantas repelentes (como manjerição e jasmim) e insetos que se alimentam de outros insetos.


Além disso, agricultura orgânica procura observar e reproduzir o que ocorre na natureza quando não há intervenção humana, e isso torna o sistema mais equilibrado. Por exemplo: nos campos e florestas não existe só uma espécie, mas uma imensa diversidade convivendo em conjunto, logo, a horta orgânica tenta evitar a monocultura.


Outra observação é que não se deve cultivar o mesmo vegetal no local de sempre, mas alterná-lo com tubérculos ou leguminosas (as leguminosas ainda têm a capacidade de ajudar na fixação do nitrogênio no solo, o que beneficia as culturas seguintes).

A adubação com composto orgânico também é um fator importante para aumentar a fertilidade do solo e fornecer nutrientes para as plantas, dando, assim, mais resistência à elas.

Fonte: www.fazfacil.com.br e www.ecoideias.com